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El Último País

 

EL ÚLTIMO PAÍS

DOCUMENTÁRIO | CUBA, ANGOLA, BRASIL | 2017 | 70 MIN

 UM FILME DE  Gretel Marín 

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LOGLINE

Uma viagem até à minha Ilha.

SINOPSE

O que parecia ser uma viagem de regresso ao meu país num tempo de mudança, acaba por ser uma viagem à descoberta de mim mesma, entre as contradições e os questionamentos sobre a minha identidade cubana.

 
 
 
 
 
 

TRAILER

EQUIPA & ELENCO

 
 
GRETEL MARÍN |  REALIZADOR

GRETEL MARÍN | REALIZADOR

JORGE COHEN   PRODUTOR

JORGE COHEN  PRODUTOR

BELÉM OLIVEIRA  | PRODUTOR

BELÉM OLIVEIRA | PRODUTOR

CHARLES ALEXANDER |  DIRECTOR DE FOTOGRAFIA

CHARLES ALEXANDER | DIRECTOR DE FOTOGRAFIA

 
 
 

NOTA DA REALIZADORA

A HISTÓRIA

Procuro dentro de mim, perguntando como cheguei até aqui, sobretudo num momento em que parámos de nos fazer perguntas. Eu preciso de começar a pensar novamente sobre o patriotismo que me foi ensinado, sobre o que restou dele. O diálogo torna-se geracional, entre os meus avós, os meus pais, entre mim e as pessoas da minha geração. Há na despedida final um entendimento, uma necessidade de reconciliação com a pátria amada. Aquela que se encontra para lá de todo o território físico, de qualquer situação política.

"EL ÚLTIMO PAÍS" É UM FILME-CATARSE

Viver longe de Cuba não me parecia dramático até começar a entender que o país iria mudar e que eu não estaria lá para testemunhá-lo. Sabia que precisávamos de nos abrir ao mundo e de nos renovar, mas temia que com essa renovação também desaparecesse o melhor de um sistema cheio de contradições e utopias. Queria filmar essa mudança, queria encontrar-me com cubanos, conversar com eles, voltar a pertencer. De fora, as coisas vêem-se de outra maneira, a partir de outros pontos de vista. Mas voltar a Cuba, preocupada com as mudanças, fez-me sentir-me mais distante e estranha, ao invés de restituir o sentimento de pertença.

Porquê que me interessam coisas que não interessam à maioria dos cubanos? Porquê questionar precisamente essa passividade com que aprendemos a esperar que decidam por nós? Porquê que me sentia cada vez mais ridícula, quanto mais preocupada ficava com o futuro do meu próprio país?

O que parecia ser uma viagem de regresso ao meu país num tempo de mudança, acaba por ser uma viagem à descoberta de mim mesma, entre as contradições e os questionamentos sobre a minha identidade cubana.  

PRÉMIOS + FESTIVAIS

  • Selecção Festival de Amesterdão 2017 | Programa "Go, Cuba!" | Holanda | 2017


MAKING OF

 
 
 

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